“Por 65 anos, a Esquadrilha da Fumaça tem o orgulho de representar o Brasil ao mundo”. Com esta frase, o Comandante da Esquadrilha da Fumaça, Tenente-Coronel Líbero Onoda Luiz Caldas, iniciou seu discurso na sessão solene ocorrida no Congresso Nacional em Brasília (DF), na manhã do dia 16 de maio. O momento na Câmara dos Deputados foi feito em busca de destacar e homenagear o aniversário de 65 anos da Esquadrilha da Fumaça.

Com a presença de doze representantes militares do Esquadrão, a sessão também contou com a presença de outros militares da Força Aérea Brasileira, da Banda da Base Aérea de Brasília e de políticos que se revezaram no plenário, apresentando discursos em homenagem à história de mais de seis décadas da instituição, sempre enaltecendo a importância da Fumaça na sua missão de representar a Força Aérea e o Brasil para todo o mundo.

O Chefe de Gabinete do Comando da Aeronáutica, Major-Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno, destacou, em seu discurso, o início da história da Esquadrilha da Fumaça. “O grupo de dedicados instrutores de voo, da legendária Escola de Aeronáutica do Campo dos Afonsos, no Rio de Janeiro, no início dos anos 50, embalados tão somente pela modesta intenção de passar confiança aos seus alunos do exercício do voo acrobático de formatura, onde um grupo de aeronaves voa muito próximas separadas por não mais do que dois metros de distância, construíram a sólida base onde se assentaria um dos mais importantes instrumentos de comunicação social e projeção da nossa Força Aérea Brasileira”.

O comandante da Fumaça, Tenente-Coronel Caldas destacou a relevância da missão do Esquadrão. “Por 65 anos, temos tido a oportunidade de inspirar jovens a decidir por uma carreira, inspirar cursos de vida, demonstrar o profissionalismo e a competência dos militares da Força Aérea Brasileira e fazer bater o orgulho que só o verdadeiro patriotismo é capaz de provocar. Há 65 anos, ajudamos a integrar este país gigantesco e levar a bandeira nacional a todos os cantos, dos grandes centros aos mais remotos. Por esse tempo, estimulamos o diálogo entre setores civis e militares, divulgamos a Força Aérea e mostramos ao mundo que este país possui pessoas e tecnologia de ponta que fabricam e exportam as nossas aeronaves há quase 40 anos”, finalizou.