A introdução da fumaça no espetáculo dos aviões foi uma idéia do então Tenente Domenech, que, ao ver uma aeronave riscando nos céus do Colorado (Estados Unidos) uma marca de cigarro, desejou acrescentar este efeito às demonstrações dos cambalhoteiros.
Voltando à Escola de Aviação do Campo dos Afonsos, instalou um bomba fumígena em um dos T-6 para que ele soltasse um rastro de fumaça durante os vôos. Esta idéia acabou descartada, em virtude de testes mau sucedidos.
Procurando alternativas para concretizar seu projeto, o Ten. Domenech viu na praia de Ipanema (Rio de Janeiro), um avião escrevendo o nome de um produto no céu. Alí estava a resposta! Procurado, o piloto contou como fazia para soltar fumaça do avião.
Seguindo as orientações aprendidas, o Ten. Domenech desenvolveu, com alguns mecânicos a base técnica adotada até hoje para se produzir fumaça do aviões da Esquadrilha, que então ganhou seu nome definitivo. Pelo rastro que os aviões deixavam no céu, não foi difícil que os próprios colegas nomeassem os antigos cambalhoteiros.


